14 de agosto de 2017
Realizou-se uma brincadeira de "gato cego" da qual os estudantes foram submetidos a agir como um Amigo Terapêutico e entender os dois lados de AT e usuário.
Qual o papel do AT? Imaginamos que é como esse profissional conduzisse seu próprio caso clínico com centralidade e foco, como a referência para esse amigo que ele conduz, garante segurança e confiança através de tom de voz calmo e seguro e palavras como "vem". E ao invés de pegar na mão de seu companheiro, ele transpassa a autonomia para aprender com seus próprios passos.
Vamos falar sobre Antônio. Antônio é um nome fictício para um homem que conheci no dia que fui buscar meu irmão de 2 anos na escola de educação infantil. Antônio foi tratado por uma rede fria como a história de Teodoro. Antônio é um homem com algum tipo que desconheço de transtorno mental e tem um carinho por crianças. Ele adora ir para frente da escola ficar brincando e conversando com essas crianças, porém é muito mal tratado por pais que desconfiam desse carinho de Antônio. Antônio é julgado, culpabilizado, recusado e excluído da sociedade. Sabem do quê Antônio precisa? De seus direitos de ser humano; o SUS já propõe isso: "integralidade". Será mesmo?


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